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SETÚBAL | Parque Verde nasce na Mourisca

A freguesia do Sado conta a partir de agora com um novo espaço verde e de lazer, em Brejos de Canes, na zona da Mourisca. O novo espaço envolveu um investimento de 110 mil euros da Junta de Freguesia, com o apoio da Câmara de Setúbal.

Autores
  • Fatima Brinca (Jornalista Jubilada)

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Localidade
  • Setúbal

Categoria
  • Obras Públicas

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O Parque Verde da Mourisca, localizado na zona de Brejos de Canes, na freguesia do Sado já está pronto e envolveu um investimento de cerca de 110 mil euros por parte da Junta de Freguesia do Sado, com o apoio da Câmara Municipal na conceção do projecto.

 

A Junta de Freguesia do Sado assumiu o compromisso de requalificar aquele espaço público e avançou com a obra, por administração directa, que levou cerca de um ano a ser concluído.

 

O Parque Verde da Mourisca inclui uma zona de lazer, com percursos pedonais, aparelhos de ginástica, bancos e mesas, que tem por objectivo proporcionar um espaço de convívio e de brincadeira para as crianças.

 

Manuel Véstias, presidente da freguesia do Sado, destacou a importância de reabilitação do novo espaço que acabou por “permitir dar uma nova dignidade” a um espaço que ficou por “qualificar junto de uma urbanização, uma vez que o promotor da obra não concluiu as infraestruturas, entre elas as zonas verdes”.

O autarca sadino reconhece que o parque “permitirá à população que costuma fazer caminhadas na Estrada de Santo Ovídeo fazê-lo em maior segurança, fora da berma, pelo interior do parque”, e “realizar exercícios físicos nos aparelhos ali instalados”.

 

A presidente da Câmara de Setúbal, Maria das Dores Meira, reconheceu “fizemos um esforço financeiro e organizativo”, numa demonstração das “capacidades que as juntas de freguesia do concelho já têm na concepção e execução de obras nos seus territórios”.

 

A edil destaca a descentralização de competências para as freguesias com os respectivos meios financeiros, que se traduzem num “esforço, criatividade e força” dos autarcas na resolução dos problemas.

 

Dores Meira destaca que “é preciso conhecer bem as necessidades, andar nas ruas, falar com as pessoas, ouvi-las, por vezes, a zangarem-se connosco porque não resolvemos este ou aquele problema”.

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