Segurança

FUZILEIROS | Treino em cenário de crise na bacia do Tejo

Um sismo de elevada magnitude abalou a região de "Palândia". Todas as ligações aéreas e marítimas encontram-se encerradas ou obstruídas o que impossibilita o apoio imediato da ajuda humanitária internacional. É este o cenário de crise com o qual os fuzileiros estão a treinar até ao dia 12 de Janeiro

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  • Redacção / Marinha Portuguesa

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Após o alerta de sismo, foi activada a Componente Naval da Força de Reação Imediata (FRI) constituída pela Força de Fuzileiros N.º2 (FFZ2), pelo Navio da República Portuguesa (NRP) Álvares Cabral, NRP António Enes e NRP Bérrio para a execução da Operação “Sobreviver”, com a missão de garantir assistência à população e criar as condições de entrada para a ajuda humanitária internacional.

 
Este é o cenário apresentado para o Treino de Manutenção de Padrões de Prontidão Operacional da Força de Fuzileiros N.º2 (FFZ2) que está a decorrer na Base Naval de Lisboa e Bacia Hidrográfica do rio Tejo até 12 de Janeiro.
 
Estes exercícios têm como objetivo preparar a Força de Fuzileiros para responder com prontidão a um cenário real de crise, de forma a garantir a segurança e o conforto das populações.
 
No teatro de operações cabe à força assegurar o socorro às vítimas, fazer um reconhecimento e busca nos escombros; a recuperação e salvamento em locais de difícil acesso; distribuir água, alimentos e manter a ordem pública. O apoio é prestado por botes, através da projeção para terra de pessoas, material e equipamento a partir dos navios.
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