FINANÇAS LANÇAM O POUPEX

FINANÇAS - ‘Poupex’, assim avalia Centeno as novas tecnologias das Autoridade Tributária

Ministro das Finanças realça ajuda à poupança mútua com nova aplicação móvel e uma introdução à modalidade de débito direto

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O ministro das Finanças, Mário Centeno, compareceu à apresentação, em Lisboa, de uma aplicação móvel que permitirá aos contribuintes acompanhar a sua situação fiscal e efetuar pagamentos em falta via smartphone e da nova possibilidade de o contribuinte, por débito direto, efetuar pagamentos no portal da Autoridade Tributária e Aduaneira.

 

“Governo tem realçado a importância da administração pública e da modernização do país. Há uma aposta firme e clara do reconhecimento de trabalhadores, mas também para a melhoria de serviços prestados ao cidadão. Estas medidas contribuem para uma melhor relação dos cidadãos e empresas com a AT, possibilitando pagamentos via débito direto. Cidadãos poderiam ir aos CTT, multibanco e repartições, mas ficam agora com opções alargadas”, começou por dizer Centeno.

 

Para o ministro, a prioridade continua a passar por evitar coimas desnecessárias, destacando também a poupança de cidadãos, enumerando o valor pago em dívida do Imposto Único de Circulação (IUC), o que, segundo Centeno é o mais combatido com as notificações no telemóvel. “A AT tem evoluído nas datas limite, mas há sempre penalizações. A partir de hoje, cada um de nós pode afastar essas penalizações e associar os impostos a que queremos pagar por débito direto. Permite evitar coimas e processos de execução fiscal. Posso dizer que será o ‘Poupex’. O IUC é, em geral, associado ao último dia do mês da matrícula da viatura. Só nesse imposto foram obtidos 54 milhões de euros em multas. Queremos ajudar os portugueses a poupar”, concretiza.

 

A terminar, Mário Centeno realça que as modernizações tecnológicas apresentadas também  beneficiarão o bolso do Estado: “O pagamento por débito direto permitirá 2,9 milhões de euros de poupança. Para a AT, esta opção tem também um grande potencial, já que cada emissão de cobrança tem um valor médio de 86 cêntimos. Depois da app do IRS, este canal de comunicação integra-se na estratégia de simplificação entre cidadãos, empresas e AT”.

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