Autárquicas 2017

OPINIÃO | Escolhas

Esta semana, um artigo de opinião de André Nunes, candidato pelo PAN Seixal às eleições autárquicas

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  • Seixal

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  • Opinião

Costuma-se dizer que a vida é feita de escolhas. Todos os dias, desde que nos levantamos até que nos deitamos, somos levados a fazer todo o tipo de escolhas, algumas, claro está, mais importantes que outras.

 

No próximo dia 1 de Outubro, para não variar, os portugueses serão confrontados com mais escolhas para fazer. Desde logo a escolha entre exercer o seu direito a ser tido em conta, o que se alcança através do voto, e o seu direito ao alheamento. Sou parcial quanto a esta primeira, não por encabeçar uma lista partidária, acreditem, mas pela convicção de que o direito a reclamar advém do dever de votar.

Por esse motivo, não gostaria deixar de passar a oportunidade para apelar ao voto a todos os que me lêem.

 

Consumada a escolha de ir votar, importa fazer outras, por sinal não tão fáceis como a primeira: a de saber a quem confiar o voto. Sem ousar e muito menos pretender depreciar as demais candidaturas, importa, com o mesmo sentido de esclarecimento de sempre, elencar algumas diferenças que, acreditamos nós, são únicas nas candidaturas do PAN e, no caso em concreto, na candidatura do PAN Seixal.

 

A primeira e mais evidente reside na defesa assumida dos animais, de todos os animais. Somos o único partido, a única candidatura, que não tem medo nem vergonha de colocar os animais no centro da sua agenda. Somos orgulhosamente pelos animais, pelo que nos propomos defendê-los e dar-lhes voz. Nem de propósito, fomos o único partido, a única candidatura, que assumiu abertamente ser contra a atribuição de fundos públicos para a requalificação da praça de touros de Paio Pires e, também assim, que rejeitou a realização no concelho de espectáculos a envolver animais.

 

A segunda diferença, igualmente notória, reside na forma de fazer política. Porventura por sermos um partido, uma candidatura, que não se revê no binómio tradicional de esquerda e direita, não alimentamos a querela partidária.

Somos, como sempre dissemos, um partido de causas, que define a sua agenda não pela agenda dos outros nem pela conjectura presente mas pelo que acredita ser verdadeiramente necessário.

Talvez por isso tenhamos sido a única candidatura que assumiu frontalmente ir contra a Siderurgia Nacional caso esta não resolva de vez os problemas ambientais e de saúde pública provocados pela sua actividade.

 

A terceira e última grande diferença reside nas nossas prioridades e, mais concretamente, no modelo de sociedade que defendemos: uma sociedade não antropocêntrica, assente no respeito por todas as formas de vida e na harmonia com o planeta. Ser pelos animais e pelo ambiente não invalida, muito pelo contrário, que sejamos igualmente pelas pessoas. Não é viável um planeta que exclua um destes três pilares, sendo que somos o único partido, a única candidatura, que o diz convictamente.

 

Quaisquer que sejam as escolhas que o eleitor decida fazer, respeitaremos as mesmas. O nosso compromisso, de hoje em diante, é dar argumentos a quem escolhe votar PAN. É isso mesmo que vamos fazer!

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