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CARTÕES DE CIDADÃO | Governo garante regularização dos tempos de atendimento

O ministério da Justiça monitorizou, nos últimos dias, problemas informáticos que ocasionaram lentidão na resposta dos Sistemas Centrais aos pedidos de Cartão do Cidadão, que sofreram um anormal aumento dos tempos de atendimento.

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  • Ministério da Justiça / CT

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Segundo um comunicado do ministério da Justiça «neste momento a situação encontra-se resolvida apesar dos tempos de espera continuarem demorados pela afluência de pedidos que ficaram pendentes nos dias anteriores e pelo período especial de férias e visita de emigrantes que aumentam a procura (em Julho e Agosto regista-se habitualmente um crescimento da procura em cerca de 30%).

 

A título comparativo, nos restantes meses do ano os pedidos diários de Cartão de Cidadão rondam os 8.000/8.500 e nestes meses podem chegar aos 15.000 pedidos diários. Já quanto aos pedidos extremamente urgentes, entregues no próprio dia ou dia útil seguinte no Campus de Justiça, no mês de julho, foram efetuados quase cinco vezes mais. Todas as entregas dos cartões pedidos com nível de serviço urgente e extremamente urgente foram sempre atempadamente cumpridas.

 

Refira-se que em Lisboa, a cidade onde a procura para o Cartão de Cidadão é maior em todo o país, o tempo médio de espera não ultrapassou os 45 minutos nos 6 primeiros seis meses do ano, e no Porto o tempo para pedidos de Cartão não ultrapassou os 14 minutos.

 

Esta demora ocorrida nos últimos dias deve-se a uma situação diferente da verificada, há cerca de duas semanas, em que houve limitações na disponibilidade do sistema, apenas em determinados locais de atendimento, devido à implementação programada de atualizações com vista à entrada em vigor, no próximo dia 1 de outubro, da nova lei do Cartão de Cidadão. Esta implementação envolveu mais de 400 Conservatórias e Espaços de Registos, 4000 máquinas em funcionamento no continente, e mais de 50 balcões de atendimento nos Açores, (Rede Integrada de Atendimento ao Cidadão – RIAC) e 100 consulados.

 

O Ministério continua a acompanhar a resposta dos serviços, ajustando os recursos e meios para que os tempos de espera se regularizem e prevê a normalização da situação no mais curto espaço de tempo.»

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